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ALERGIA
CÓLICAS
CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
DIETA PRUDENTE
DIARRÉIA
INSTRUÇÕES PARA QUEM URINA NA CAMA
PREVENÇÃO DA OBESIDADE
REEDUCAÇÃO DO HÁBITO INTESTINAL
REFLUXO
VACINAS
VARICELA
ALERGIA
ALERGIA
Aproximadamente 30% da população sofre com algum tipo de alergia, e o numero de pessoas atingidas tem aumentado nos últimos anos. Não se sabe com certeza a razão de tão alta incidência de doenças alérgicas. Acredita-sé que a poluição ambiental, uso de agrotóxicos, alimentos industrializados com muitos aditivos químicos, falta ou período curto de aleitamento materno; sejam os agentes mais implicados nas doenças alérgicas. As doenças alérgicas mais comuns nas crianças são as de pele, e as respiratórias (rinite e asma). Os resfriados e gripes, bastantes freqüentes nas crianças abaixo de 4 anos, principalmente naquelas que estão em creches ou escolinhas, pioram as alergiasrespiratórias. O tratamento medicamentoso é o mais usado, porém não cura a doença alérgica, apenas controla os sintomas enquanto está em uso. As vacinas são o único tratamento que pode curar algumas doenças alérgicas, estão indicadas para os casos graves que não respondem bem ao tratamento medicamentoso e controle ambiental. As vacinas apresentam custo elevado, alguns efeitos colaterais e o resultado é demorado. O controle ambiental, são medidas tomadas, em relação ao ambiente em que vive o paciente na tentativa de diminuir os fatores que possam provocar as crises alérgicas. Estas medidas são indispensáveis para melhorar a qualidade de vida do paciente alérgico.
A seguir enumeramos as medidas mais recomendadas para melhorar o ambiente do paciente alérgico:
1) Evitar contato com fumaça de cigarro!
2) Diminuir a poeira domestica - fazendo a limpeza dos cômodos, principalmente do quarto, com pano úmido.
3) Evitar o mofo - manter ambiente bem ventilado e ensolarado, controlar infiltrações, eliminar manchas de bolor.
4) Controlar a proliferação de ácaros - evitar tapetes, cortinas de pano, carpete, bichos de pelúcia, cobertas felpudas. Lavar roupas de cama semanalmente com água quente. Forrar colchão e travesseiros com capas plásticas. A pele descamada da criança fica depositada no colchão e roupas de cama servindo de alimento ao ácaro que é uma das principais causas de alergia respiratória.
5) Evitar presença de animais de pêlo dentro de casa, principalmente no quarto da criança. O ideal seria que a criança alérgica não brincasse com estes animais, mas se o fizer que seja por curtos períodos, seguido de banho e troca de roupas.
6) Não expor a criança a cheiros fortes - como inseticidas, perfumes, produtos de limpeza, ceras de piso, etc....
7) Manter armários e guarda-roupas sempre fechados, roupas de lã envoltas em sacos plásticos, não deixar no quarto calçados usados.
8) Fazer controle de insetos na casa, principalmente baratas; não manter plantas no quarto.
9) Vapor de água com água quente ou vaporizadores aumentam a proliferação de fungos (bolor), piorando a alergia, não sendo portanto indicados.
10) O cuidado com o ambiente é fundamental no controle das alergias respiratórias, diminuindo a intensidade dos sintomas e a quantidade de medicamentos a serem usados no tratamento.
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CÓLICAS
CÓLICAS A chamada cólica dos 3 meses, é dita quando um bebê saudável apresenta crises de choro, ficando tenso, vermelho, batendo as pemas. Geralmente ocorrendo no mesmo horário, ao anoitecer, podendo durar ate 3 horas. Após as primeiras crises de choro a mãe aprende a identificar a cólica. Mudanças no padrão de choro ou presença de outros sintomas são motivos para consulta médica. Ainda não se sabe com certeza qual a causa exata das cólicas, o mais provável é que seja um tipo de comportamento do bebé, associado em alguns a imaturidade e sensibilidade do aparelho digestivo.
DÚVIDAS
As cólicas fazem mal ao bebê? – Não, os bebês que tem cólicas se desenvolvem normalmente.
A mãe deve fazer dieta? - Embora popularmente muito recomendadas a maioria dos bebês não tem melhora com as restrições alimentares impostas as mães, por outro lado dietas severas podem comprometer o estado nutricional da mãe e a produção de leite. Alguns alimentos podem piorar as cólicas, sob orientação médica a mãe pode evita-los por uma ou duas semanas, havendo melhora do choro a restrição é mantida, caso contrario a mãe segue a dieta habitual.
Quais seriam estes alimentos? - Os mais implicados são o leite de vaca, café, chá mate, chocolate. Para substitui-los a mãe pode usar sucos a base de soja, café descafeínado, e chás doces (camomila, erva doce, etc.) Alimentos ácidos ou que produzem gases poderiam também estar envolvidos.
Existe medicamento para cólicas? - Os analgésicos e anti-espasmodicos tem pouco ou nenhum efeito, e apresentam riscos de efeitos colaterais. Devem ser usados apenas com prescrição médica e nas doses recomendadas.
Como atender o bebê durante as crises de choro? - As crises de choro, muitas vezes intensas e prolongadas, são motivo de ansiedade e podem deixar a impressão que a criança não esta sendo bem atendida gerando insegurança a mãe.A ansiedade materna diminui sua capacidade de acalmar o bebê piorando a crise de choro.
A seguir enumeramos alguns procedimentos úteis a serem seguidos durante as crises de cólicas.
1) Atenda a criança em um ambiente calmo com pouca luz, cante, converse com o bebê, musica suave também pode ajudar.
2) Segure o bebê no colo de bruços, apoiado em uma toalha aquecida. Embale em uma cadeira de balanço ou ande.
3) Massageie o abdômen em sentido horário, use óleo ou creme para facilitar.
4) Fazer ginástica com as pernas, pedalar, comprimi-las suavemente de encontro ao abdómen.
5) Oferecer o seio se tiver decorrido mais de uma hora da ultima mamada. Se for mamadeira,
duas horas após a ultima mamadeira. Faça arrotar.
6) Verificar se não está com calor ou frio, trocar fraldas, dar banho morno.
7) Com o tempo a mãe vai descobrindo a melhor maneira de acalmar o bebê.
LEMBRE-SE - mudanças no padrão de choro, presença de outros sintomas, tais como febre, recusa alimentar, vômitos, diarréia, tosse, etc, devem ser relatados ao Pediatra.
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CONSTIPAÇÃO INTESTINAL
CONSTIPAÇÃO INTESTINAL = fezes duras, com sofrimento
1- Reduzir o volume de leite - máximo de 250 a 500ml por dia, Reduzir também queijo, iogurte, danoninho. Essa é uma medida essencial do tratamento.
2- Aumentar a ingestão de fibras vegetais, particularmente das insolúveis:
(1) Grãos (cereais) integrais: Arroz Integral , Trigo: pão integral, trigo para quibe, germe de trigo tostado, torrada integral, Centeio: pão preto aveia em flocos bolachas com fibras
(2) Leguminosas (com casca): Feijão, lentilha, ervilha, soja, grão-de-bico
(3) Frutas: Mamão-baiano, abacate, uva, kiwi, maçã com casca, laranja com bagaço, maracujá com sementes
(4) Frutas secas: Ameixa preta, uva passa, figo, tâmara
(5) Frutos e sementes oleaginosas: Coco, nozes, castanha-de-caju, amendoim torrado com casca azeitona
(6) Hortaliças: Verduras de folhas e verduras com talo
(7) Estimular a ingestão de água e suco
(8) Utilizar óleo e azeite
(9) O manejo inicial deve ser sempre com as alterações necessárias na dieta.
(10) O uso de medicamentos, quando necessário, deve ser feito com prescrição medica e por curtos períodos de tempo.
Dícas:
a) Farelo de trigo tostado (cozinhar junto com o feijão e usar nos bolos)
b) Alimentos industrializados ricos em fibra: Albran. Granola (Granovita), Mussli, Fibrax chocolate, chocolate com coco, Fibrapur (sabor neutro, chocolate ou morango); barra de cereais com fibras.
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DIETA PRUDENTE
A DIETA PRUDENTE
Hoje existem fortes evidências científicas que a alimentação pode prevenir as principais doenças degenerativas da sociedade atual: obesidade, arteriosclerose (infarto e derrame), hipertensão, diabetes, osteoporose e alguns tipos de câncer. E essa prevenção começa a partir dos 2 anos. Toda a família deve participar para servir de exemplo e porque é bom para todos. A palavra-chave é moderação.
- E a base de tudo é a atividade física diária.
- Caminhar em passos rápidos (30 minutos) por dia ou subir, pela escada, 8 andares.
- Dança. Esportes.
- Não fumar na presença das crianças. Não fumar dentro de casa. Não fumar!.
- Lazer.
- Controlar o peso - evitar obesidade.
- Educação nutricional
• São 3 refeições grandes e 2 lanches por dia. Proibido "beliscar" entre as refeições.
• A alimentação deve ter, por base: grãos (cereais) integrais, legumes, verduras, frutas
• Limitar: carne, aves e peixes
- máximo de 2 porções moderadas (1 OOg)
- usar mais peixe e ave (sem a pele) em vez de carne vermelha
- retirar toda a gordura visível da carne
- jogar toda a gordura que sai na água do cozimento
- evitar frios e embutidos (preferir salsicha de frango)
- evitar alimentos cujo rótulo diz "gordura vegetal hidrogenada"
- usar leite semidesnatado, iogurte light e queijo não-cremoso.
• Usar azeite de oliva, óleo de canola, óleos vegetais (5 a 8 colheres das de chá por dia). Evitar frituras.
• Evitar doces e açúcar. Refrigerante só moderadamente e usar diet. Chocolate moderado; preferir o meio amargo.
• Evitar salgadinhos
• Usar pouco sal
• Fazer um "acordo": dieta com liberdade nos fins de semana/dias festivos.
ALMOÇO E JANTAR
1) Base - cereal integral: arroz integral ou macarrão integral ou polenta.
2) Leguminosas - feijão ou ervilha ou lentilha ou grão-de-bico ou nozes.
3) Legumes cozidos (variar): cenoura, abobrinha. beterraba, berinjela, vagem, mandioquimha, abóbora, couve-flor, aipo, couve-de-bruxelas, brócolis.
4) Salada de verduras - alface, agrião, repolho, chicória, acelga, tomate.
5) Temperos vegetais, pouco sal; azeite de oliva (extravirgem) e óleo de canola (ou óleo de milho ou girassol ou soja).
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DIARRÉIA
DIARRÉIA - como cuidar
» na maioria das vezes que uma criança tem diarréia, ela melhora em até 14 dias.
normalmente sem precisar de medicamentos, além do soro oral.
» geralmente ela é causada por infecção intestinal devido a vírus ou bactérias, erros
alimentares ou mesmo alimentos estragados.
» durante a duração da diarréia o principal a ser evitado é a desidratação, que é a perda de
líquidos do organismo. Isto se consegue oferecendo a criança doente o soro oral em
volumes iguais à perda ocasionada pela diarréia, ou seja, quanto mais diarréia mais soro.
SORO ORAL
• o soro oral previne e corrige a desidratação, sendo a principal medida no cuidado do paciente com diarréia.
• o soro oral é mais bem aceito se oferecido às colheradas com frequência, principalmente se houver vômitos. Mas pode ser dado no copo, chuca ou mamadeira.
• deve-se continuar a oferecer mesmo que a criança tenha vômitos, uma parte do soro é aproveitada mesmo assim.
ALIMENTAÇÃO
• não se faz jejum - a criança continua com o seu cardápio habitual com pequenas modificações.
• não force a criança a comer - pode induzir o vomito e levar a alterações do seu habito alimentar no futuro. O apetite retorna assim que a criança melhorar.
• os alimentos devem ser oferecidos em pequenas quantidades e com maior frequência,
prefira os alimentos que a criança mais gosta.
• tempere com salsinha, cebolinha, tomate sem pele, sal. óleo de milho ou girassol.
Procure oferecer
• frutas - maçã e banana.
• sucos - de soja tipo ades maçã e original, uva e goiaba.
• bolacha de água e sal. biscoito de polvilho, torradas, bolo branco, creme de arroz, mucilon de arroz, maisena. gelatina.
• caldo de feijão coado, canja de arroz com peito de frango ou carne magra de vaca.
• legumes cozidos
- batata, cenoura, mandioca, chuchu. •• nas crianças que estão mamando leite do peito, este deve ser mantido e oferecido com maior frequência.
Procure evitar
• frutas - laranja, mixirica, mamão, abacaxi, morango e outras com fibra ( bagaço ).
• verduras - com fibra, como brócolis, espinafre, couve, repolho e outras.
• doces, chocolates, balas, salgadinhos, refrigerantes,
• frituras, gordurosos, linguiça, hambúrguer, salchicha.
• leite e derivados.
• não se suspende o leite materno. Crianças pequenas que tomam mamadeira, esta é mantida, fazendo-se mudanças se necessário apenas com orientação médica.
PROCURE ATENDIMENTO MÉDICO SE:
• fezes com sangue e febre alta
• vômitos seguidos
• diarréia muito intensa - fezes liquidas mais de uma vez por hora.
• sede muito intensa, olhos fundos, boca seca, gemedeira, abatimento
• fica sem urinar mais de 8 horas. • diarréia não mostra melhora a partir do quinto dia.
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INSTRUÇÕES PARA QUEM URINA NA CAMA
Instruções para quem urina na cama durante a noite Aos pais: manter-se seco durante toda a noite é uma tarefa difícil. Algumas crianças exigem mais tempo que as outras para conseguir esse objetivo, geralmente por motivo hereditário, mas todas acabam conseguindo. Se os pais agirem errado, poderão trazer problemas psicológicos. Instruções
1- Urinar (esvaziar a bexiga) na hora de deitar.
2- O que a criança deve vestir para dormir:
a) Fraldas e calças plásticas não devem ser usada após os 4 anos; suspender mais cedo ainda, se a criança assim o desejar;
b) Vestir um calção grosso ou duas calças comuns além do pijama (isso evita que uma grande parte da urina passe para o lençol).
3- Proteger a cama: forrar o colchão com um lençol de plástico transparente, proteger o cobertor com uma capa de plástico. Coloque uma toalha seca debaixo das nádegas da criança (enxaguar todas as manhãs).
4- Durante o dia (no máximo até as 4 horas da tarde), no período em que a criança não está na escola, estimule-a a tomar bastante líquidos (1/2 copo por hora). Quando a criança sentir vontade de urinar, ela deve fazer outra coisa durante 10 segundos, após 20 ou 30 minutos. Ajude seu filho a adiar as respostas quantas vezes for possível. Isso ajuda a aumentar a capacidade da bexiga. Não esqueça de elogiar pelos sucessos e dar um prémio pelos recordes.
5- Toda a vez que a criança vai ao banheiro para urinar, ela deve praticar o exercício de interrupção do jato urinário: quando já urinou um pouco, "segurar" a urina, contar devagar até 10 e depois esvaziar o resto (ou interromper outra vez por 10 segundos). Isso fortalece a musculatura da bexiga.
6- Se a criança não consegue manter-se seca durante a noite, ela deve levantar-se uma vez por noite para ir urinar no banheiro. Isso pode ser feito de várias maneiras:
a) O melhor é que a criança acorde sozinha. Ao deitar, ela deve conversar com os pais, mentalizando a intenção de acordar e ir ao banheiro.
b) Se isto falhar, use um despertador ou rádio-relógio regulado para 3 ou 4 horas depois de a criança ter ido para a cama. A criança deve aprender a regular o despertador por si mesma e treinar durante o dia, deitada na cama e com os olhos fechados.
c) Se ainda não der certo, os pais devem acordá-la - ela deve ir andando para o banheiro e abaixar seu pijama. Quando a criança fica seca quase todas as noites, durante 1 mês, ela pode ser acordada cada vez mais cedo, 15 minutos, até poder passar a noite toda sem urinar.
7- Reforço: a criança deve colar uma estrela ou fazer uma marca, no calendário, todas as vezes em que a cama amanhece seca; nessa ocasião deve ser fartamente elogiada. Atribuir um prémio, previamente combinado quando ela acumula 5 ou 10 estrelas. As crianças maiores devem manter um registro em um caderno. Proibido: ameaças, castigos, reprimendas e caçoadas. Não fazer comentários quando a cama amanhece molhada.
8- Responsabilidade: os exercícios, as restrições de líquidos, a manutenção do caderno de registros, o enxágiie do pijama e das roupas de baixo, uma vez ensinados, devem ficar sob a responsabilidade da criança.
9- Acompanhamento: a criança deve levar ao médico o calendário e o caderno de registro, bem como contar os prémios recebidos, nas consultas de seguimento e em contatos telefónicos (o Io telefonema deve ser após 1 semana)
10- Para crianças que têm dificuldade em controlar a urina durante a noite, o pediatra pode recomendar outros recursos que já existem.
Observação importante: esse programa só pode ser iniciado após a consulta médica para excluir possível doença orgânica.
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PREVENÇÃO DA OBESIDADE
Orientação Dietética - Prevenção da Obesidade
Sinal verde - Permitidos Água - tomar 1 copo 1/2 hora antes de cada refeição Legumes e verduras - comer à vontade (1 salada grande). Abobrinha, acelga, agrião, aipo, alcachofra, alface. almeirão, aspargo, berinjela, brócolis, caruru, cebolinha, chicória, couve-flor, escarola, espinafre, folhas de beterraba, jiló, maxixe, nabo, pepino, pimentão, quiabo, rabanete, repolho, salsa. tomate. Proteínas com baixo teor de gordura Peixe, frango sem a pele, peito de peru, carne magra . frutos do mar (menos lula), clara de ovo, gelatina sem açúcar. Frutas: todas menos: banana, abacate, manga, fruta-do-conde, frutas secas, caqui, coco. Adoçantes: aspartame (Finn, Zerocal), Stevia. sucralose. refrigerantes diet. A sucralose (Splenda) pode ser usada por crianças, mulheres e fenilcetonúricos e pode ir ao fogo e forno.
Sinal amarelo - usar Moderadamente Leite desnatado; iogurte desnatado ou diet. Queijos magros - cottage, ricota, tipo Minas, requeiiã: light, mussarela desengordurada. Margarina (em potes, não em barras): Doriana light Excel. Legumes: abóbora, beterraba, cenoura, chuchu, cogumelos, palmito, vagem. Leguminosas: ervilha, lentilha, feijão (usar em quantidade moderada). Grãos (cereais, preferir os integrais): centeio, cevada, aveia (usar em pequena quantidade). Não usar grãos e leguminosas na mesma refeição. Macarrão de glúten 2 vezes por semana (50g). não usar pão nesse dia. Pão - até 2 fatias de pão integral por dia ou pão ore:: com uma fatia fina de margarina ou pão comum sem o miolo. Batata frita (50g) 2 vezes por semana (não comer pão nesses dias). Frutas secas. Gema (até 4 por semana). Óleo vegetal poli insaturado (canola) e azeite. O azeite (que deve ser usado em todas as refeições) pode ser substituído por pequena quantidade de amêndoas, castanha-de-caju ou azeitonas. Sinal vermelho - Evitar Leite integral. Manteiga, nata, creme. Queijos amarelos. cremosos e duros. Carne vermelha gordurosa; vísceras (miúdos). Frios e embutidos - salame, presunto, mortadela, salsicha, linguiça, patê. Toucinho, bacon, carne de porco. Óleos saturados: coco, babaçu, dendê: frituras; gordura; vegetal hidrogenada (ver o rótulo). Frituras. Chocolate; produtos de padaria (doces, salgadinho,croissant), refrigerantes. Batata, arroz branco, milho. fubá. beterraba. Pão branco, açúcar, mel, biscoitos, bolos, doces, salgadinhos. Refrigerante, cerveja.
Lembretes Faça 5 refeições por dia (intervalo máximo de 5 horas entre cada uma): 3 maiores (manhã, almoço e jantar) e 2 pequenos lanches: no meio da tarde e ao deitar. Não suprima nenhuma refeição. Não belisque comida entre as refeições. Cada refeição é constituída por: a) uma proteína de baixo teor de gordura; b) hidratos de carbono: vegetais, legumes e frutas (1 vez ao dia pode-se substituir os hidratos de carbono total ou parcialmente por uma pequena porção de cereais ou massas); e c) uma quantidade de óleo ou azeite. Tome 1 copo de água 1/2 hora antes de cada refeição. Mastigue bem e devagar. Não assista televisão nem leia revista durante a refeição: converse. Aumente sua atividade física (caminhar, subir escada) e exercícios (bicicleta, correr, natação, dança, esteira). Dica: você não deve sentir fome até no mínimo 4 horas após a refeição. Se sentir fome antes disso junto com lentidão, sonolência: diminuir a quantidade de carbono e aumentar um pouco a proteína; se sentir fome mas estiver bem alerta: aumentar um pouco O hidrato de carbono.
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REEDUCAÇÃO DO HÁBITO INTESTINAL
REEDUCAÇÃO DO HÁBITO INTESTINAL
Reeducação do hábito intestinal Treinamento para o ato evacuatório.
Só iniciar quando as fezes já estão amolecidas e evacuadas sem sofrimento.
A) Designar um elemento da família (que seja controlado e disponível) para conduzir o processo.
B) A criança deve ser instigada a evacuar pela manhã ou Vz hora depois do almoço ou do jantar. Não escolher um horário que a criança está com pressa para ir à escola.
C) Posição: com os pés bem apoiados no chão ou num banquinho, fazer exercício de pressão abdominal (fazer inspirações profundas de contrações da musculatura abdominal).
D) Ambiente calmo; o acompanhante pode ler histórias ou mostrar um livro com figuras.
E) Na primeira semana (ou 2 primeiras), se a criança não conseguir evacuar em 20 minutos, o acompanhante tranqüilamente diz que vai ajudá-la usando um Fleet enema (primeiros dias) ou Minilax.
F) Colocar no banheiro um calendário ou folha de cartolina, onde a criança vai anotar (estrela, adesivo) os seus "sucessos". Uma recompensa de natureza não material deve ser combinada para premiar um número determinado de "sucessos". A própria criança deve comunicar ao médico (telefone ou no retorno) seus sucessos.
G) Psicoterapia caseira: sessões curtas diárias em que a criança deve brincar de "fazer coco" e "eliminar o coco" usando massinha de modelar de cor marrom ou argila.
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REFLUXO
REFLUXO - tire suas duvidas
1 - O que é refluxo? - o nome correto é refluxo gastro-esofágico, ou seja, o alimento que estava no estomago volta para o esôfago e daí até a boca. Pode ocorrer em crianças de qualquer idade e também em adultos, nas crianças é mais freqüente nos lactentes até mais ou menos os 6 meses de idade.
2 - O que causa o refluxo? - entre o esôfago e estomago existe uma válvula que impede ao alimento que está no estomago refluir para o esôfago. Em alguns bebes esta válvula, por atraso no seu desenvolvimento, não funciona bem, permitindo o refluxo.
3 - O refluxo é normal? - na maioria dos casos o refluxo não causa prejuízo à saúde do bebê. Isto é, apesar de regurgitarem o leite com freqüência, o nenê ganha peso normalmente, está com bom humor, mamando e dormindo bem.
4 - Quando o refluxo é motivo de preocupação? - em algumas situações o refluxo passa a ser um problema de saúde para o bebê devendo receber atenção médica.
A - ganho de peso abaixo do esperado. O leite vomitado em grande volume faz falta para o desenvolvimento normal.
B - regurgitação freqüente, volumosa, em jato, acompanhada de choro, continua com vômitos longo tempo após as mamadas
C - soluços muito freqüentes, arrotos, engasgos durante as mamadas.
D - choro durante ou logo após as mamadas, recusa as mamadas.
E - tosse, rouquidão, perda de fôlego, sem outras causas. Portanto alem de vomitar, o refluxo pode ocasionar uma lista grande de sintomas, que devem ser avaliados pelo médico que vai verificar se estão de fato relacionados ao refluxo ou tem outras causas.
5 - Quais os cuidados que se deve ter com o bebê que tem refluxo? - sempre que o bebê vomita há o risco de ocorrer algum problema, principalmente respiratório, tipo engasgo, sufocação, tosse. Portanto alguns cuidados durante e após as mamadas são necessários em todos os recém-nascidos, até mesmo nos que vomitam pouco. As medidas seguintes são úteis e devem ser adotadas nos bebês que tem refluxo.
A - oferecer mamadas a intervalos menores, com isto diminui o volume mamado e a intensidade dos vômitos.
B - posicionar o bebê com a cabeça e tórax mais elevados durante as mamadas.
C - segurar o bebê em pé no colo até arrotar.
D - deitar sempre de lado, de preferência do lado esquerdo. Após os 4 meses de idade pode-se por para dormir de bruços.
E - elevar a cabeceira do berço.
F - manusear o mínimo possível o bebé logo após as mamadas.
G - evitar posições e movimentos que comprimam o abdômen do bebê.
H - ao carregar o bebé e durante os soninhos de dia, prefira as cadeirinhas tipo bebê-conforto.
6 - Quando se usa medicamento para o refluxo? - nos bebês que apresentam refluxo intenso, nos que tem pouca melhora com as medidas posturais (item 5). e nas situações de refluxo complicado com outros sintomas relacionados fitem 4) o tratamento com medicamentos pode ser necessário. O tratamento medicamentoso deve ser indicado e prescrito pelo medico que acompanha a criança, que pode com mais segurança avaliar a real necessidade de medicar e acompanhar a resposta às medidas tomadas.
7 - Qual é a duração do tratamento? - o refluxo apresenta melhora natural com o desenvolvimento da criança e geralmente por volta do 6o ao 9o mês de vida a maioria das crianças estão livres do problema.
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VACINAS
VACINAS
O numero de vacinas disponíveis aumentou bastante nos últimos anos, grande parte destas vacinas são aplicadas pela Saúde Publica, sendo portanto gratuitas. Algumas vacinas mais recentes são encontradas apenas em clinicas particulares. Todas são úteis, seguras e com poucos efeitos colaterais. As vacinas aplicadas pelo governo são obrigatórias e devem ser feitas em todas as crianças. As particulares serão feitas conforme disponibilidade financeira da família, sob orientação do Pediatra da criança. A seguir relacionamos as vacinas existentes na rede pública e particulares com algumas orientações sobre as mesmas.
VACINAS GRATUITAS
» BCG - protege contra as formas mais graves da Tuberculose aplicadas em dose única no primeiro mês de idade.
» HEPATITE B - vacina para a hepatite virai tipo B, a primeira dose é feita logo após o nascimento e repetida com 30 dias e aos 6 meses de idade.
» SABIN - vacina oral para a paralisia infantil (poliomielite), as doses são feitas no 2°, 4o e 6o mês com reforço aos 18 meses. Também e aplicada nas campanhas de vacinação.
» TETRA - vacina para difteria-coqueluche-tetano-menigite por haemophilus, as doses são feitas no 2°,4° e 6o mês com reforço aos 18 meses e entre 4 a 6 anos de idade. Os reforços são feitos com a tríplice ( coqueluche-difteria-tetano).
» TRIPLICE VIRAL - vacina para sarampo-rubéola-cachumba. dose única feita aos 12 meses de idade.
» DUPLA - vacina para difteria e tétano, usada como reforço a cada 10 anos ou antes em caso de ferimento grave.
» ROTA VÍRUS - vacina para prevenção da diarréia por rotavirus, é feita por via oral a partir de 2 meses de idade com uma segunda dose após 2 meses. A segunda dose deve ocorrer ate no máximo os 6 meses de idade.
VACINAS PARTICULARES
» SALK - vacina de uso injetável para poliomielite.Considerada mais segura que a SABIN.
» HEPATITE A - vacina para a hepatite virai tipo A. forma de hepatite menos grave porém com risco de complicações.
» TRIPLICE ACELULAR - vacina para difteria-tétano-coqueluche. Com menor incidência de efeitos colaterais que a vacina publica. É fornecida pelo governo mediante solicitação especial para as crianças que tiveram reações intensas à vacina comum.
» MENINGITE C - vacina para meningite meningocócica tipo C. Doença pouco freqüente mas bastante grave. A vacina é cara, porém com bom nível de proteção,e é recomendável para todas as crianças a partir dos 2 meses de idade, principalmente para aquelas que freqüentam creches.
» PNEUMOCOCICA - vacina para prevenção das infecções causadas pela bactéria pneumococo, como pneumonia, meningite, otite, sinusite. É feita a partir dos 2 meses de idade, é recomendável principalmente para as crianças que freqüentam creches e para as portadoras de doenças respiratórias, cardíacas, debilitadas.
» VARICELA -vacina para varicela, popularmente conhecida como catapora. doença bastante comum, geralmente benigna. E feita em dose única a partir de 1 ano de idade.
» HPV - previne a infecção pelo papilomavirus humano que é o principal causador do câncer do colo uterino, é indicado para todas as meninas e mulheres com idade entre 9 e 26 anos ,em 03 doses.
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VARICELA
VARICELA - como cuidar A varicela - popularmente conhecida como catapora é uma doença contagiosa, ou seja, passa de uma pessoa a outra com facilidade. Geralmente é uma doença benigna, podendo entretanto apresentar complicações. Siga as orientações do médico, que de maneira geral são as seguintes:
1)Repouso - a criança normalmente fica indisposta e limita suas atividades, mas é aconselhável evitar atividades intensas.
2)Transmissão - a doença é contagiosa desde 2 dias antes do surgimento das vesículas (bolhas) até o rompimento da ultima vesícula (bolha). Quando só houver crostas (casquinhas) não há mais o risco de contágio e a criança pode retornar a escola.
3)Banho - é importante manter boa higiene corporal para evitar infecção de pele, portanto o banho pode e deve ser dado. Deve-se porem evitar banho de mar e piscina.
4)Sol - a exposição solar aumenta o desconforto (coceira) devendo ser evitada.
5)Febre - geralmente a febre é moderada, porém pode ser alta dependendo da intensidade da doença. É motivo de preocupação e deve ser informado o médico se a febre durar mais de 4 dias.
6)Medicação - a febre pode ser controlada com Paracctamol ou Dipirona. Anti- inflamatórios como Diclofenaco, Nimesulide, Ibuprofeno ou AAS-Aspirina são contra-indicados. Antialérgicos e talcos são úteis para diminuir a coceira.
7)Complicações - as complicações são raras, mas podem ocorrer. Em caso de febre muito alta ou com mais de 4 dias de duração, tosse com falta de ar, vómitos, dor abdominal, dor de cabeça forte, tonturas com dificuldade para andar, abatimento intenso, procure atendimento médico.
8)Duração - na maioria das vezes em 7 dias param de surgir novas vesículas, mas este período pode se prolongar por até 21 dias. As crostas caem em mais ou menos 7 dias.
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